A discussão sobre o fim da escala 6×1 avança no Congresso Nacional e tem sido tratada principalmente sob a perspectiva das relações trabalhistas. No entanto, a proposta também pode gerar impactos relevantes para setores que dependem de operação contínua, como a Saúde.
Para comentar o tema, sugiro como fonte Luis Henrique Borrozzino, Sócio do M3BS Advogados, escritório especializado em Saúde Suplementar, e membro da Comissão de Direito do Trabalho da OAB/SP.
Entre os pontos que podem ser ser explorados:
- Como a redução da jornada pode impactar hospitais, clínicas, laboratórios e operadoras de planos de saúde;
- O desafio de manter atendimento assistencial ininterrupto diante da necessidade de novas contratações e reorganização de escalas;
- Os possíveis reflexos da medida sobre os custos do Setor de Saúde;
- O risco de aumento da judicialização trabalhista em razão de dúvidas sobre a implementação das novas regras;
- Os impactos para serviços considerados essenciais, que não podem interromper suas atividades;
- O equilíbrio entre proteção ao trabalhador e sustentabilidade operacional de setores que funcionam 24 horas por dia.







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