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Funcionários do 6º Ofício de Registro de Imóveis de Manaus denunciam demissão em massa e assédio moral

O grupo questiona a legalidade das demissões e cobra posicionamento das autoridades responsáveis pela intervenção.
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Funcionários do 6º Ofício de Registro de Imóveis de Manaus foram surpreendidombém afirmam ter sido alvo de coação e relatam a presença de um policial armado no interior do cartório durante a condução das medidas adotadas nesta quarta-feira, situação que teria contribuído para o clima de tensão entre trabalhadores e administração.

Reunidos em frente ao cartório, os colaboradores manifestaram indignação diante da forma como a situação foi conduzida e buscam esclarecimentos jurídicos e trabalhistas sobre os procedimentos adotados. O grupo questiona a legalidade das demissões e cobra posicionamento das autoridades responsáveis pela intervenção.

Até o fechamento desta edição, a administração do 6º Ofício de Registro de Imóveis de Manaus não havia se manifestado sobre as denúncias apresentadas pelos funcionários. O espaço permanece aberto para esclarecimentos e contrapontos por parte dos responsáveis pela gestão da unidade.s na manhã desta quarta-feira (17) ao serem impedidos de entrar no local de trabalho. O cartório, que atualmente passa por um processo de intervenção, tornou-se palco de revolta e protesto por parte dos colaboradores, que denunciam demissões em massa e uma série de irregularidades administrativas.

De acordo com relatos dos trabalhadores, todos os funcionários foram informados de que estariam desligados de suas funções. A medida causou indignação entre a equipe, que afirma não ter conhecimento de qualquer nova decisão oficial publicada que autorize a prorrogação da intervenção ou justifique as demissões coletivas.

Além da impossibilidade de acesso às dependências do cartório, os colaboradores relatam que vinham enfrentando problemas recorrentes durante a gestão da substituta interina responsável pela unidade. Entre as denúncias apresentadas estão episódios de assédio moral contra integrantes da equipe, atrasos no pagamento de salários e benefícios trabalhistas e falta de transparência na condução administrativa do órgão.

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