O inquérito que apura supostas irregularidades na compra de respiradores pelo Consórcio Nordeste durante a pandemia de Covid-19 voltou ao Supremo Tribunal Federal (STF). O caso envolve a aquisição de 300 equipamentos, no valor de R$ 48 milhões, que nunca foram entregues.
A investigação, que se arrasta há seis anos, ganhou novo impulso após a identificação de movimentações financeiras consideradas suspeitas. A Procuradoria-Geral da República pretende aprofundar as apurações para esclarecer a participação dos envolvidos e o destino dos recursos públicos.
Entre os nomes citados está o ex-governador da Bahia e ex-ministro da Casa Civil, Rui Costa, que nega qualquer irregularidade e afirma ter colaborado com as investigações.
Com o retorno do caso ao STF, a expectativa é que novas diligências ajudem a esclarecer as circunstâncias da contratação e a eventual responsabilidade dos investigados.
Fonte: Revista Veja







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