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Sobrevivente de massacres, povo indígena juma, do Amazonas, agora enfrenta mudanças climáticas

O sol está mais quente, o clima mais seco e o vento traz o cheiro das queimadas em algum lugar não tão longe dali
Foto: Divulgação

Às margens do rio Assuã, em um campo de terra batida, a jornada da vida amazônica segue resiliente em meio a uma das secas mais severas dos últimos anos na região.

 

O sol está mais quente, o clima mais seco e o vento traz o cheiro das queimadas em algum lugar não tão longe dali. Até o igarapé da Anta não está como antes. “Está assim por causa da derrubada. A água não enche mais, não chega no limite como antes, já não está mais tão natural”, afirma a liderança indígena Mandeí Juma.

 

“Antigamente não era assim. A gente tem adoecido mais por causa da quentura, da fumaça, por causa da água. Tanto criança como adulto tem pegado doença, tem pegado gripe e não sei como a gente vai ficar”, diz.

Leia mas aqui

https://www1.folha.uol.com.br/ambiente/2024/01/sobrevivente-de-massacres-povo-indigena-juma-do-amazonas-agora-enfrenta-mudancas-climaticas.shtml

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