A variação do volume de serviços no Amazonas foi de 0,3% em março. No índice de comparação interanual, os serviços no Amazonas tiveram variação de -3,9%. No acumulado do ano, o índice ficou em -2,6%, enquanto no acumulado em 12 meses, a variação ficou em -2,5%. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada hoje, 15, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Variação mês/mês imediatamente anterior
Em março, o volume de serviços no Amazonas teve variação de 0,3% em relação a fevereiro e ficou acima do resultado nacional (-1,2%). O resultado colocou o estado na 11ª posição do ranking nacional. Ao todo, das 27 Unidades da Federação pesquisadas, 14 apresentaram resultados negativos. Distrito Federal (10,3%), Amapá (9,3%) e Santa Catarina (2,7%) foram os estados que registraram as maiores variações, enquanto Mato Grosso do Sul (-6%), Mato Grosso (-5,2%) e Pernambuco (-3,9%) foram os estados com os piores resultados.
Variação mês/mesmo mês do ano anterior
No índice de comparação interanual, o Amazonas teve retração de 3,9% e esteve entre os três estados com os piores desempenhos no índice, à frente apenas de Acre (-11,2%), Tocantins (-10,3%) e Alagoas (-4,2%). A variação teve uma diferença de 3,7 pontos percentuais (p. p.) em relação ao registrado em fevereiro no índice (-7,6%) e ficou 6,9 p. p. abaixo da média nacional (3,0%).
Das 27 Unidades da Federação pesquisadas, 12 registraram variações negativas no índice em março. As Unidades da Federação de Distrito Federal (16,2%), Roraima (9,6%) e Amapá (8,2%) tiveram os melhores resultados no índice.
Variação acumulada no ano
No índice que mede a variação acumulada de janeiro e março e compara com o mesmo período do ano anterior, o Amazonas registrou variação de -2,6%, enquanto a variação acumulada nacional ficou em 2,3%. Esse foi pior resultado acumulado do estado no índice nos últimos 12 meses, e colocou o Amazonas na 23ª posição do ranking nacional de fevereiro. As Unidades da Federação de Distrito Federal (11,2%), Mato Grosso (10,8%) e Roraima (8,8%) registraram as maiores variações acumuladas no ano, enquanto os piores desempenhos ficaram com Acre (-9,7%), Tocantins (-4,8%) e Ceará (-4,7%).
Variação acumulada em 12 meses
No índice de variação acumulada em 12 meses, o Amazonas encerrou março com variação de -2,5%, enquanto a variação acumulada nacional ficou em 2,8%. Esse também foi o pior resultado acumulado pelo estado no índice nos últimos 12 meses e colocou o Amazonas na última posição do ranking nacional em março, atrás de Acre (-1,9%) e Bahia (-1,8%). As Unidades da Federação de Distrito Federal (8,5%), Mato Grosso (7,7%) e Rondônia (6,6%) registraram as maiores variações acumuladas em 12 meses.
Atividades turísticas
No índice que mede a variação mês a mês do volume de atividades turísticas, o Amazonas ficou entre as 14 Unidades da Federação que registraram variações negativas e figurou na 11ª posição do ranking nacional com a variação de -4,2%.
Já no índice que compara o mês pesquisado com o mesmo mês do ano anterior, o estado registrou variação de 3,2%, colocando o estado na 4ª posição do ranking nacional, atrás de Rio Grande do Norte (7,3%), Espírito Santo (4,6%) e Mato Grosso (4,0%).
No índice que mede a variação acumulada de janeiro a março, o estado registrou 5,4%, colocando o Amazonas na terceira posição nacional, atrás apenas de Rio de Janeiro (8,4%) e Rio Grande do Norte (6,8%).
No índice que mede a variação acumulada em 12 meses, o Amazonas manteve o patamar de atividades turísticas de meses anteriores e registrou 10,8% de variação acumulada, assegurando a 2ª posição do ranking nacional, atrás apenas de Rio Grande do Sul (13,1%).








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