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Sejel perde “Programa Esporte e lazer da Cidade” do Ministério do Esporte, denuncia deputada

De acordo com a parlamentar, a Sejel é um exemplo de desgoverno e se transformou em uma secretaria partidarizada, onde os funcionários são obrigados a assinar a ficha de filiação do PPS, na qual faz parte o secretário de esporte.

Da redação 

 

Durante pronunciamento na tribuna da Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (ALE-AM), nesta segunda-feira (15), a deputada estadual Alessandra Campêlo (MDB), informou que a Secretaria de Estado de Juventude, Esporte e Lazer (Sejel) não conseguiu implantar o Programa Esporte e lazer da Cidade (PELC) e acabou perdendo o recurso do contrato que foi cancelado pelo Ministério do Esporte.

Conforme a parlamentar, o Programa Esporte e lazer da Cidade é desenvolvido por intermédio da Secretaria Nacional de Esporte, Educação, Lazer e Inclusão Social (Snelis), e busca proporcionar a prática de atividades físicas, culturais e de lazer que envolvem todas as faixas etárias e às pessoas portadoras de deficiência.

“Além de estimular a convivência social, a formação de gestores e lideranças comunitárias, favorece a pesquisa e a socialização do conhecimento, contribuindo para que o esporte e lazer sejam tratados como políticas e direitos de todos”, disse a deputada.

Denúncias de assédios

A deputada disse que recebeu diversas denúncias, em que aparece o secretário da Sejel assediando os servidores da pasta. “O secretário passa o tempo todo assediando moralmente seus funcionários, que não teve a competência de implantar Programa de Esporte e Lazer na Cidade e acabou perdendo o recurso do contrato que foi cancelado pelo Ministério do Esporte”, disse a parlamentar.

A deputada estadual aproveitou o tempo da tribuna para cobrar respostas do secretário sobre os questionamentos levantados em requerimento encaminhado para respectiva pasta, em relação às denúncias de que os servidores estariam sendo obrigados a assinar ficha de filiação partidária.

De acordo com a parlamentar, a Sejel é um exemplo de desgoverno e se transformou em uma secretaria partidarizada, onde os funcionários são obrigados a assinar a ficha de filiação do PPS, na qual faz parte o secretário de esporte.

“Recebi várias denúncias, informando que quem não assina a ficha de filiação é perseguido, exonerado ou sofre assédio moral. Quero denunciar a partidarização da Sejel”, disse Alessandra Campêlo.

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