Da redação
Preso desde a última quinta-feira (26), no Quartel do Batalhão de Choque da Polícia Militar, localizado no km 17 da rodovia AM-010, o prefeito de Coari (distante 363 quilômetros de Manaus), Adail Filho (PP) e os envolvidos no esquema de corrupção que pode ter desviado mais de R$ 100 milhões dos cofres públicos, devem deixar a cadeia nesta terça-feira (1º de outubro), quando acaba o período de prisão temporária.
De acordo com o Ministério Público Estadual (MP-AM), pela Lei, a prisão temporária é de cinco dias, prorrogáveis por mais cinco dias, caso haja o pedido do MP. O prazo termina nesta terça-feira.
Segundo o MP, os promotores começam a fazer análise do material apreendido, o que eles chamam de “audiência de desclare”.
Também foram presos durante a operação Patrinus, Alexsuel Rodrigues, sócio AMS Rodrigues; Fernando Lima, sargento da PM e Keiton Batista, presidente da Câmara de Coari e primo de Adail.
A Patrinus buscou desarticular uma organização criminosa, formada por servidores e empresários, responsável por desviar recursos federais na Prefeitura de Coari destinados à Educação Básica, a Controladoria-Geral da União (CGU), o Ministério Público (MP-AM) e Polícia Civil (PC) deflagraram na quinta-feira (26), a operação, que levou à prisão do prefeito Adail Pinheiro, o Adail Filho.








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