Ex-ministro da Economia e principal articulador de Jair Bolsonaro (PL) – desde a candidatura à Presidência – junto à mídia liberal e ao sistema financeiro, Paulo Guedes pode entrar na mira da Polícia Federal (PF) por causa das fraudes em pagamentos feitos em auxílios eleitoreiros detectadas pela Controladoria-Geral da União (CGU).
Nesta terça-feira (6), o ministro da Justiça, Flávio Dino, anunciou que está enviando os relatórios da CGU sobre irregularidades nos pagamentos de auxílios taxista e caminhoneiro para abertura de investigação pela PF.
“A Controladoria Geral da União (CGU) identificou indícios de fraudes no pagamento de auxílio-taxista e de auxílio-caminhoneiro, em 2022. Estou enviando os relatórios à Polícia Federal para investigação dos agentes responsáveis pelos pagamentos indevidos”, afirmou Dino no Twitter.
A Controladoria Geral da União (CGU) identificou indícios de fraudes no pagamento de auxílio-taxista e de auxílio-caminhoneiro, em 2022. Estou enviando os relatórios à Polícia Federal para investigação dos agentes responsáveis pelos pagamentos indevidos.
— Flávio Dino 🇧🇷 (@FlavioDino) June 6, 2023
Junto com Pedro Guimarães, que foi afastado da presidência da Caixa Econômica Federal (CEF) por denúncias de assédio sexual a funcionárias, Guedes foi um dos principais articuladores do pagamento dos benefícios, que começaram a ser pagos em agosto de 2022, com valor adicional retroativo ao mês de julho, há três meses das eleições.





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