O desemprego no Brasil ficou em 5,6% em maio, após registrar 5,8% no trimestre encerrado em abril. O número é o menor já registrado para o mês em toda a série histórica, iniciada em 2012. O resultado, divulgado pelo IBGE nesta sexta-feira, veio em linha com a estimativa de analistas de mercado. Em maio de 2025, a desocupação havia ficado em 6,2%.
Na comparação com o trimestre móvel imediatamente anterior, de dezembro a fevereiro de 2026, a população desocupada registrou estabilidade estatística, saindo de 6,2 milhões para 6,1 milhões. Com relação a maio de 2025, houve queda de 9,3%, com menos 624 mil pessoas desocupadas.
“A estabilidade na variação é sazonal, pois é o período em que os setores começam a olhar para o segundo semestre, mas atingir a mínima histórica para o período indica que o mercado mantém uma tendência estrutural de aquecimento e expansão na absorção de mão de obra”, explicou o analista da pesquisa, William Kratochwill.
Já a população empregada (102,7 milhões) registrou alta de 0,5% no trimestre (mais 558 mil pessoas) e aumento de 0,8% no ano (mais 840 mil).
A renda média real de todos os trabalhos chegou a R$ 3.726, sendo considerada estável na comparação trimestral e crescendo 4% em relação ao mesmo mês do ano anterior. A massa de rendimento real habitual ficou em R$ 377,7 bilhões, também sendo considerada estável no trimestre e crescendo no ano.







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