“Os finalmentes” para a formação de chapa na disputa pelo Governo do Amazonas estão caminhando sob uma pressão que pode provocar várias mudanças de última hora, não apenas em pastas do atual Governo do Amazonas, comandadas, mesmo que por pessoas identificadas como “forças ocultas”, como dizia o ex-vereador Mário Frota durante a instauração da CPI dos Combustíveis, ao afirmar que “forças ocultas” atuavam para que outros vereadores retirassem suas assinaturas do requerimento de investigação.
Por enquanto, vou me reservar a não citar nomes. Apenas irei contar a história que rola nos bastidores da política amazonense.
De um lado, temos um vereador de direita que, inclusive, conversei com ele hoje pela manhã e negou, mesmo deixando em aberto a possibilidade, a afirmação de que seria candidato a vice-governador na ala conservadora.
“Sou candidato a federal. A missão foi do presidente Bolsonaro. Eu não posso desistir e mudar de rumo. Só se eles mandassem”, disse.
A grande questão é a seguinte: essa premissa não agradou ao atual governo, que promete se armar e atirar fogo amigo contra essas “forças ocultas” que estariam no comando de algumas autarquias do governo.
A ideia era revelar o parentesco, cansar e remover do comando. A família é grande, deixando um primo no comando, enquanto os ligados à ala militar, que já teve um ex-coronel acusado de fazer acordos com o crime organizado e promover a chacina do Rio Abacaxis, articulam e brigam por espaço.
Falta saber se esses “acertos”, até o final do dia, irão se cumprir, levando em consideração as convenções partidárias que acontecem hoje, terça-feira, dia 4.
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