O presidente americano, Donald Trump, diz que o cessar-fogo com o Irã está sob um fio e renova o medo de continuidade da guerra. Irã e Estados Unidos não conseguem se entender sobre um único ponto em comum para permitir, pelo menos, a reabertura do estreito de Ormuz.
Entramos na 12ª semana de conflito com Trump, ora dizendo que já “fez de tudo” e que “em duas ou três semanas a guerra acaba”, ora dizendo que vai destruir totalmente o Irã, ameaçando uma retomada dos ataques.
Os impactos econômicos são agudos e os danos estruturais do mercado de energia são tratados como uma realidade que vai custar caríssimo. Nesse cenário, a América Latina está mais resiliente do que nunca, na avaliação de um estudo inédito feito pelo BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento).
Aqui no Brasil, os efeitos começam a ganhar força com aumento difuso de preços, o que vai demandar juros mais altos por mais tempo. Como em outros momentos de crise internacional recentes, o Brasil sentiu menos que no passado, o que nos garante apenas menor sofrimento, não calmaria.








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