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Urgente: operação da Depca prende policial militar por abuso sexual e pornografia infantil

Investigado, que também é advogado, foi detido na Praça 14; Polícia Civil apreendeu equipamentos com indícios de pornografia infantil
Foto: Divulgação

Uma operação da Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca) resultou, na manhã desta segunda-feira (30), na prisão de um policial militar de 26 anos no bairro Praça 14 de Janeiro, zona Centro-Sul de Manaus. O agente, que também possui registro como advogado, é o principal suspeito de ter estuprado duas adolescentes na capital amazonense.

A ação deu cumprimento a mandados de prisão preventiva e de busca e apreensão expedidos pela Justiça. De acordo com a Polícia Civil, as investigações foram deflagradas após denúncias formais contra o militar, que ingressou na corporação em 2023, após aprovação no concurso público realizado em 2021.

Apreensões e Perícia

Durante as buscas na residência e no veículo do suspeito, os agentes recolheram diversos equipamentos eletrônicos, incluindo computadores e celulares. A linha de investigação aponta para a suspeita de armazenamento de material de pornografia infantil, crime que poderá ser somado às acusações de estupro de vulnerável.

Todo o material passará por perícia técnica para verificar a existência de arquivos ilícitos e identificar possíveis novas vítimas.

Reação e Procedimentos

Ao ser conduzido à sede da Depca, o policial apresentou comportamento hostil e tentou ocultar o rosto utilizando uma camisa para evitar o registro de imagens pela imprensa. O nome do acusado não foi divulgado oficialmente pelas autoridades até o momento, seguindo protocolos de investigação e sigilo processual.

Próximos Passos

A Polícia Civil do Amazonas informou que o suspeito permanecerá à disposição da Justiça e deve ser encaminhado a uma unidade prisional militar, conforme previsto em lei para integrantes das forças de segurança.

Uma entrevista coletiva foi agendada para esta terça-feira (31), onde a cúpula da Segurança Pública e os delegados responsáveis pelo caso devem fornecer detalhes sobre a cronologia dos crimes, a idade das vítimas e o andamento do inquérito administrativo junto à Corregedoria da Polícia Militar.

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