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Grupo de advogados articula candidatura independente de Kennedy Tiradentes ao Quinto Constitucional do TJAM

O nome de Kennedy Tiradentes é visto como uma alternativa à hegemonia do grupo político que atualmente comanda a OAB
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Um grupo de advogados, formado por profissionais de pequenos e médios escritórios, está mobilizado para lançar uma candidatura independente ao Quinto Constitucional do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM). O nome em discussão é o do advogado trabalhista Kennedy Tiradentes, visto como uma alternativa à hegemonia do grupo político que atualmente comanda a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Amazonas.

A movimentação ocorre em um cenário onde nomes tradicionais da advocacia amazonense já se preparam para disputar a vaga destinada à classe na composição do TJAM. Apesar de não ter conquistado a presidência da OAB no pleito de 2024, o grupo de apoiadores de Tiradentes avalia que sua votação foi expressiva, considerando que sua candidatura surgiu às vésperas da eleição e sem grandes recursos financeiros. Com mais de 400 votos em um universo de 8.800 advogados aptos a votar, o desempenho de Tiradentes sinalizou a existência de um segmento da advocacia que busca uma alternativa à atual gestão da Ordem.

A possível candidatura de Tiradentes ao Quinto Constitucional reflete a intenção do grupo de manter viva a oposição e reafirmar seu compromisso com a advocacia amazonense. Seus apoiadores defendem que a vaga deve ser ocupada por um profissional que represente a realidade dos pequenos e médios escritórios, garantindo maior pluralidade na escolha do futuro desembargador.

Nos bastidores, há expectativa sobre como a candidatura será recebida pela classe e quais alianças poderão ser formadas para fortalecer a disputa. O processo de seleção para a vaga do Quinto Constitucional ainda não foi oficialmente iniciado, mas as articulações já estão em ritmo acelerado.

Procurado, Kennedy Tiradentes afirmou que tem dialogado com seus apoiadores e recebe com satisfação a indicação de seu nome, mas ponderou que a decisão precisa ser amplamente debatida, considerando o atual cenário da advocacia amazonense. “Atualmente, no campo profissional, estou muito satisfeito em trabalhar pela cidade na gestão do prefeito David Almeida, e confesso que minha paixão mesmo é pela advocacia”, declarou o advogado.

Caso a candidatura de Tiradentes avance e seja vitoriosa, a canetada final para sua nomeação como desembargador caberá ao governador Wilson Lima. A disputa promete movimentar o cenário político e jurídico do Amazonas, com reflexos diretos na representatividade e na pluralidade da advocacia local.

 

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