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Polvo de aquário catarinense faz previsões para os jogos da Copa do Mundo

Úrsula, do Oceanic Aquarium, aposta nos resultados das estreias do Brasil e dos países-sede e transforma curiosidade científica em atração para o público
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Divulgação

O clima da Copa do Mundo já toma conta do planeta. Enquanto torcedores, comentaristas e especialistas fazem suas previsões, uma moradora do Oceanic Aquarium, em Balneário Camboriú (SC), também revela seus palpites para os jogos do Brasil e dos três países-sede da competição: México, Canadá e Estados Unidos.

Na partida de abertura entre México e África do Sul, nesta quinta-feira (11), Úrsula aponta vitória da seleção africana. Para a sexta-feira (12), no confronto entre Canadá e Bósnia, a aposta é no triunfo canadense. Já no duelo entre Estados Unidos e Paraguai, a escolha da polvo favorece os paraguaios. Para a partida entre Brasil e Marrocos, no sábado (13), Úrsula indica a seleção brasileira como vitoriosa.

A dinâmica reproduz iniciativas que ganharam fama em edições anteriores da Copa. Dois recipientes iguais, cada um identificado com uma das seleções em disputa, são colocados no habitat do molusco. A primeira opção escolhida pelo animal é considerada sua previsão para o resultado do jogo.

Mais do que uma brincadeira inspirada pelo futebol, a ação busca aproximar o público da vida marinha por meio da educação ambiental e despertar interesse sobre uma das espécies mais curiosas dos oceanos.

Habilidade que impressiona

Os polvos estão entre os invertebrados mais inteligentes do planeta. Estima-se que possuam cerca de 500 milhões de neurônios distribuídos entre o cérebro central e os braços, característica que lhes confere grande capacidade de resolver problemas, manipular objetos e explorar o ambiente de forma estratégica.

Outra peculiaridade é a presença de três corações. Dois bombeiam sangue para as guelras, enquanto o terceiro irriga o restante do corpo e interrompe temporariamente seus batimentos durante a natação. Por isso, esses animais costumam preferir o deslocamento pelo fundo do mar com o auxílio dos braços, estratégia que demanda menos energia.

No Oceanic Aquarium, Úrsula vive em um ambiente planejado para atender às necessidades da espécie, com enriquecimento ambiental e acompanhamento permanente da equipe técnica.

 

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