Oitava Vítima De Padre Detalha Abusos: “Pediu Para Abaixar As Calças E Tentou Me Masturbar

Oitava Vítima De Padre Detalha Abusos: “Pediu Para Abaixar As Calças E Tentou Me Masturbar

 

Setembro 13, 2021Junior SantanaLeave A CommentOn Oitava Vítima De Padre Detalha Abusos: “Pediu Para Abaixar As Calças E Tentou Me Masturbar”

 

 

Após o Metrópoles revelar, com exclusividade, a abertura de uma investigação contra o padre Delson Zacarias dos Santos (foto em destaque), em junho deste ano, acusado de abuso sexual e estupro de vulnerável, um ex-secretário do religioso revelou à reportagem ter sido masturbado pelo sacerdote há cerca de sete anos.

 

A vítima relata lembrar-se apenas de fleches do momento, que aconteceu entre 2014 e 2015, na paróquia São Mateus, em Sobradinho, comunidade que Delson Zacarias comandou de 2013 a 2018. “Um dia eu subi para a casa paroquial, ele estava comendo e depois sentou na sala para assistir televisão, estava tudo escuro”, relembra.

 

Na ocasião, assim como em relatos anteriores, o religioso demonstrou interesse no órgão genital do rapaz, à época, com 18 anos, e instigou conversas de cunho sexual.

 

 

 

“Ele perguntou se eu achava que conseguiria satisfazer uma mulher e se eu me masturbava, aí eu falei que sim para os dois”, declara. Em seguida, o padre pediu uma prova de que aquilo era verdade e convenceu o jovem a abaixar as calças. Na sequência, começou a tocar o pênis do rapaz com o intuito de excitá-lo. “Tentou me masturbar, mas não fiquei excitado. Ele parou e agiu como se nada tivesse acontecido”.

 

“Fiquei quieto, incrédulo, atônito e sem acreditar no que estava acontecendo”, lamenta o ex-funcionário da igreja.

 

 

 

Além de Sobradinho, o sacerdote acumula passagens por paróquias no Riacho Fundo I e Lago Sul. Ele também ministrou aulas no seminário de Brasília e na Faculdade de Teologia (Fateo).

 

Segundo apurado pela reportagem, a suspeita é de que pelo menos oito pessoas sofreram com investidas do religioso. Entre elas, seis, incluindo o ex-funcionário, já foram ouvidas pela Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente (DPCA), onde a investigação corre em sigilo por envolver menores de idade. Dessa forma, as informações sobre o caso não podem ser divulgadas pela polícia.

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