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Produção de motocicletas no PIM supera 1 milhão de unidades no acumulado do ano

Em outubro, saíram das linhas de montagem 108.456 motocicletas, resultado muito similar às 108.931 unidades produzidas no mês anterior. Em relação ao mesmo mês de 2020, houve alta de 19,3% (90.880 unidades).

 

A produção de motocicletas no Polo Industrial de Manaus (PIM) totalizou 1.004.983 unidades no acumulado do ano. De acordo com levantamento da Associação Brasileira dos Fabricantes de Motocicletas, Ciclomotores, Motonetas, Bicicletas e Similares (Abraciclo), na comparação com o mesmo período do ano passado, houve crescimento de 28,1% (784.421 unidades). Ainda segundo a associação, esse é o melhor resultado para o período desde 2015, quando foram fabricadas 1.137.103 motocicletas de janeiro a outubro.

Na avaliação do presidente da Abraciclo, Marcos Fermanian, o setor mantém o ritmo de produção aquecido. “A indústria de motocicletas mostra uma evolução positiva em sua curva de produção ao longo deste ano. Com isso, conseguimos ultrapassar a marca de 1.000.000 de unidades produzidas até outubro”, afirma. “Esse número é ainda mais significativo quando analisamos o contexto do ano, que começou com um primeiro bimestre muito difícil devido a segunda onda da pandemia do coronavírus em Manaus, que comprometeu cerca de 100 mil unidades. Desde então as fabricantes tem imposto um ritmo intenso na produção para atender a demanda”, avalia.

Em outubro, saíram das linhas de montagem 108.456 motocicletas, resultado muito similar às 108.931 unidades produzidas no mês anterior. Em relação ao mesmo mês de 2020, houve alta de 19,3% (90.880 unidades).

Ao analisar o desempenho da indústria para os próximos meses, o presidente da Abraciclo acredita que a demanda deve continuar alta. “A tendência é que a procura pela motocicleta se mantenha aquecida devido às altas seguidas nos preços dos combustíveis. Além disso, o veículo é instrumento de trabalho para quem atua nos serviços de entrega e opção de deslocamento seguro para evitar a aglomeração do transporte público”, explica Fermanian.

No entanto, o executivo alerta sobre as instabilidades do cenário macroeconômico. “Estamos atentos à alta nas taxas de juros, ao nível de emprego e outras medidas que podem impactar negativamente a demanda por motocicletas”, diz o presidente da Abraciclo.

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