Outros itens analisados também registraram alta: o queijo minas subiu 12,70% e a margarina aumentou 24,30%. A inflação do café da manhã só não pesou mais no bolso do consumidor porque o leite longa vida registrou pequena variação (0,67%), dando um refresco na média da inflação.
Para Matheus Peçanha, pesquisador do FGV IBRE e responsável pelo estudo, os preços dos alimentos ainda devem se manter em patamar elevado. “Apesar de várias commodities alimentícias aparentarem ter superado a crise climática, sobretudo milho e soja, a transmissão de preços desde o produtor de ração, passando pelo pecuarista até chegar ao consumidor final leva tempo, e uma nova tendência de alta no câmbio pode atrapalhar o preço do pãozinho”, explicou o economista.







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