Em maio de 2026, a produção industrial do Amazonas registrou um crescimento de 2,1% em comparação ao mês imediatamente anterior (com ajuste sazonal), superando o desempenho nacional, que teve uma queda de 0,2% no mesmo período. No entanto, quando analisado o acumulado no ano, o Amazonas ainda enfrenta um cenário negativo com uma queda de 2,7%, enquanto o Brasil mantém um saldo positivo de 1,4%. Os dados são da Pesquisa Industrial Mensal: Produção Física Regional (PIM-PF Regional), do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE)
Variação mês/mês anterior
O desempenho industrial do Amazonas entre os meses de abril e maio teve a quarta maior variação positiva do País, com avanço de 2,1%, revertendo a queda do período anterior (-1,2% entre os meses de março e abril). Nos cinco primeiros meses de 2026, a produção industrial no Estado registrou quatro meses positivos na comparação com o mês imediatamente anterior.

Setores em destaque no Amazonas
O resultado de maio no Amazonas foi fortemente influenciado pela fabricação de coque, produtos derivados do petróleo e biocombustíveis, que registrou um salto de 94,1% em relação a maio do ano anterior. Por outro lado, o setor de fabricação de máquinas e equipamentos continua representando o maior déficit, com uma queda de 44,8% no mesmo período de comparação.

Contexto nacional em 2026
No ranking nacional de variação acumulada no ano, o Amazonas ocupa a 13ª posição entre as 17 unidades da federação analisadas (-2,7%). O topo do ranking é liderado pelo Espírito Santo, com um crescimento expressivo de 21,9%, seguido por Pernambuco (14,9%) e Rio de Janeiro (7,8%). No extremo oposto, os piores desempenhos acumulados são do Rio Grande do Norte (-15,5%), Maranhão (-6,2%) e Bahia (-5,1%).
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