A Associação Comercial do Amazonas (ACA) informou que protocolou representação junto ao Ministério Público do Amazonas (MP-AM) e ao Ministério Público Federal (MPF) para apuração de possíveis práticas de xenofobia regionalista e ataques direcionados à Zona Franca de Manaus atribuídos ao influenciador digital Gabriel Silva.
Segundo a entidade, a medida foi motivada por declarações divulgadas em redes sociais contendo ofensas ao povo amazonense, à região Norte e ao Polo Industrial de Manaus. A ACA afirma que as manifestações ultrapassam os limites da liberdade de opinião e avançam para práticas discriminatórias e disseminação de desinformação.
Em nota, a associação destacou que a defesa da Zona Franca de Manaus representa também a defesa de empregos, do desenvolvimento regional, da soberania nacional, da preservação ambiental e da dignidade de milhares de famílias que dependem direta e indiretamente do modelo econômico implantado no Amazonas.
A entidade ressaltou ainda que continuará atuando de forma “firme, institucional e responsável” na defesa do Estado, de sua população e dos setores produtivos que sustentam a economia amazonense.
A representação apresentada aos órgãos ministeriais deverá ser analisada para verificar eventual enquadramento das declarações em práticas discriminatórias e outros possíveis ilícitos previstos na legislação brasileira.
Bruno Loureiro Pinheiro, representante da Associação Comercial do Amazonas, reforçou o posicionamento institucional da entidade em defesa da Zona Franca e da população amazonense.








Envie seu comentário