Da Redação
A Procuradoria-Geral da República (PGR) vai analisar o pedido de arquivamento no processo que investiga o senador do Amazonas Eduardo Braga (MDB-AM) e outros políticos ligados ao MDB na Lava Jato.
O inquérito n° 4707, que tramita no Supremo Tribunal Federal (STF) e tem como relator o ministro Edson Fachin, apura a compra do apoio do MDB à reeleição da ex-presidente Dilma Rousseff (PT), em 2014.
De acordo como que foi apurado pela Polícia Federal (PF), um investigado revelou em detalhes como teria participado da viabilização de supostas entregas de R$ 3,8 milhões em dinheiro vivo da J&F/JBS para o ex-presidente do Senado Renan Calheiros (MDB-AL). As investigações apontam distribuição de valores para membros do MDB, entre eles, o senador do Amazonas Eduardo Braga.
Pedido
Nessa segunda-feira (3), o ex-prefeito de Abadiânia (GO) e ex-assessor do governador de Alagoas Renan Filho (MDB) no governo de Alagoas e na Câmara dos Deputados, José Aparecido Alves Diniz, apontado como interlocutor para receber uma quantia no montante de R$ 600.000,00, segundo as investigações da PF, entrou com requerimento pendi acesso aos autos do processo no STF.
Investigação
O Ministério Público Federal apontou que os repasses dessas vantagens indevidas eram ajustados em prévios interlóquios entre Joesley Batista, ex-executivo da JBS, e Guido Mantega, Ministro da Fazenda à época dos fatos.
De acordo com as cifras insertas na aludida tabela, a repartição dos valores, destinados, em tese, pela grupo empresarial JBS aos Senadores da República Eduardo Braga, Vital do Rego, Jader Barbalho, Eunício Oliveira, Renan Calheiros e Valdir Raupp, teria totalizado cerca de R$ 35.000.000,00 (trinta e cinco milhões de reais).






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