Em setembro, frente a agosto, o volume do setor de serviços avançou 1,5%, no Estado. E em setembro de 2022, frente ao mesmo mês de 2021, o índice apresentou alta de 9,9%. No acumulado do ano (janeiro a setembro), o setor de serviços do Estado cresceu 9,3%, na comparação com o mesmo período do ano passado; e no acumulado dos últimos 12 meses, o setor acumula alta de 8,0%, no Estado. Os dados são da Pesquisa Mensal de Serviços (PMS), divulgada nesta sexta-feria (11) pelo IBGE.
No Brasil, o volume de serviços cresceu 0,9% na passagem de agosto para setembro. Em relação a setembro de 2021, o volume de serviços avançou 9,7%. No acumulado do ano, o volume de serviços subiu 8,6% frente a igual período de 2021. O acumulado nos últimos 12 meses passou de 9,0% em agosto para 8,9% em setembro, mantendo a trajetória descendente iniciada em abril de 2022 (12,8%).


Avanço do AM em fevereiro foi o 10º maior entre Estados e DF
A alta de 1,5% no volume de serviços do Amazonas, em setembro, foi a 10ª maior entre as unidades da federação. As maiores altas foram as de Roraima (7,4%), Sergipe (6,4%) e Alagoas (5,1%); e as maiores quedas foram as do Rio Grande do Norte (-3,0%), Paraná (-2,3%) e Rondônia (-1,6%).

Quanto ao índice acumulado do ano do Amazonas, embora apresente expressivo avanço (9,3%), aparece somente como o 13º do ranking dos Estados e DF. Os maiores avanços foram os do Amapá (20,1%), Alagoas (20,0%) e Roraima (14,7%); e as menores variações foram as do Distrito Federal (-1,7%), Rondônia (0,3%) e Acre (2,4%).

Receita de serviços apresenta estabilidade em setembro, mas avança 17,0%, no ano
Em setembro, frente a agosto, a receita nominal de serviços apresentou estabilidade (0,0%), no Amazonas. E em setembro de 2022, frente ao mesmo mês de 2021, o índice apresentou alta de 13,6%. No acumulado do ano (janeiro a setembro), a receita de serviços do Estado cresceu 17,0%, na comparação com o mesmo período do ano passado; e no acumulado dos últimos 12 meses, acumula alta de 15,4%, no Estado.

O índice de 17,0%, no acumulado do ano, na receita de serviços do Estado, representa a 17ª maior variação entre as unidades da federação. As maiores altas foram as de Alagoas (32,3%), Amapá (30,8%) e Roraima (25,0%); e as menores variações foram as de Rondônia (7,9%), Distrito Federal (9,1%) e Acre (9,3%).






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