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Segurança reforçada em Brasília, pacote econômico de Haddad e mais de 12 de janeiro

Com intervenção e aumento do efetivo, segurança de Brasília passa por mudanças desde ataque; entre elas, estão intervenção na segurança do Distrito Federal, aumento de efetivo e possível instalação de câmeras com reconhecimento facial
Marcelo Camargo/Agência Brasil

O reforço da segurança pública em Brasília após os ataques criminosos do último domingo (8), e a expectativa para o anúncio das primeiras medidas econômicos do ministro da Fazenda, Fernando Haddad (PT) estão entre os destaques desta quinta-feira (12).

Com intervenção e aumento do efetivo, segurança de Brasília passa por mudanças desde ataque

Os ataques ao Congresso Nacional, ao Supremo Tribunal Federal (STF) e ao Palácio do Planalto chocaram o país no domingo (8), levantando também dúvidas sobre falhas na segurança da capital federal.

Autoridades e forças policiais foram acusadas de serem complacentes e ineficazes durante os atos criminosos, o que negam.

Assim, mudanças ocorreram e devem continuar a ser feitas na segurança de Brasília e dos Três Poderes da República.

Entre elas, estão intervenção na segurança do Distrito Federal, aumento de efetivo e possível instalação de câmeras com reconhecimento facial.

Pacote de Haddad deve envolver mudanças em PIS/Cofins e Carf

O ministro da Fazenda, Fernando Haddad, anuncia nesta quinta-feira (12), às 14h30, o primeiro pacote de medidas econômicas do governo.

Segundo seus interlocutores, deverão ser apresentadas quatro medidas provisórias, dois decretos, uma portaria interministerial, de autoria da Receita Federal e da Procuradoria-Geral da Fazenda Nacional.

As medidas devem envolver alterações no PIS/Cofins, como a redução do tributo sobre receita de grandes empresas; e a retomada do voto de desempate a favor da União em conflitos tributárias com contribuintes no Conselho de Administração de Recursos Fiscais, órgão que julga contenciosos tributários.

Lula quer atrair investimentos privados e está aberto a discutir modelagem, diz Rui Costa

O ministro da Casa Civil, Rui Costa, afirmou nesta quarta-feira (11) que o presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) quer atrair investimentos privados e está aberto a discutir o melhor modelo para cada caso.

O comentário veio após reunião no Palácio do Planalto com Lula e o governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas, que defendeu a continuidade da privatização do Porto de Santos.

“Nós vamos fazer modelagens diferentes para os diversos projetos. Temos interesse em atrair investimentos privados? Sim. Então nós vamos modelar, nós temos alguns portos que o governo federal tem participação: o de Santos, tem na Bahia, tem em outros estados…”, disse Rui Costa.

Não há previsão de chegada de Torres ao Brasil, diz advogado do ex-ministro à CNN

Em entrevista exclusiva à CNN nesta quarta-feira (11), Rodrigo Rocca, advogado de Anderson Torres, afirmou que não há previsão para o retorno do ex-secretário de Segurança Pública do Distrito Federal ao Brasil, mas que a ordem de prisão contra ele será cumprida “o quanto antes”.

O representante destacou que foi informado ao ministro Alexandre de Moraes que está sendo providenciada a volta ao país, mas ressaltou uma falha na aviação norte-americana nesta quarta, que paralisou parte do tráfego aéreo no país por algumas horas e cancelou voos.

Anderson Torres apresentou nesta quarta-feira (11) ao Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido de reconsideração de sua prisão.

A petição foi apresentada por um pool de advogados contratados por ele liderados por Rodrigo Roca, que já advogou para o ex-governador do Rio Sergio Cabral e para o senador Flavio Bolsonaro (PL-RJ).

PGR abre inquérito contra deputados por incentivarem ataques aos Três Poderes

O procurador-geral da República, Augusto Aras, abriu inquérito contra três deputados federais bolsonaristas por terem incentivado os ataques às sedes dos Três Poderes, em Brasília, no último domingo (8).

A ação atinge as deputadas Silvia Waiãpi (PL-AP), Clarissa Tércio (PP-PE) e André Fernandes (PL-CE).

O Ministério Público Federal (MPF) havia pedido ao Supremo Tribunal Federal (STF) a abertura da investigação, destacando que postagens feitas pelos parlamentares antes e durante as invasões “podem configurar incitação pública à prática de crime e tentativa de abolir, mediante violência ou grave ameaça, o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos Poderes constitucionais”.

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