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Política

Hissa Abrahão diz que citados na “Lava Jato” não deveriam nem ser candidatos nas eleições deste ano

Hissa rebateu a possibilidade de estar inteligível para as eleições de 2018. - foto: divulgação

O deputado federal pelo Amazonas, Hissa Abrahão (PDT-AM), disse que os citados na operação “Lava Jato”, não deveriam nem ser candidatos nas eleições gerais que aconteceram em outubro deste ano.

De acordo com o deputado, todos os políticos citados na Lava Jato deveriam se recolher, pelo menos por quatro anos, e esperar o desdobramento da operação, além de cuidar da absolvição, caso sejam condenados.

“Essa é um opinião pessoal, mas, eu digo que todos os envolvidos devem se recolher. Esperamos que aconteça essa limpeza e que a Lava Jato sirva para que o eleitorado vote nos políticos que não estão envolvidos no esquema de corrupção”, disse Hissa.

Sobre a operação “Maus Caminhos”, com desdobramentos nas operações “Custo Político” e “Estado de Emergência”, o deputado afirmou que, no seu ponto de vista, chegou a demorar bastante para acontecer.

“Mas, a Polícia Federal tem as suas razões. Acredito que deve continuar essas operações, tem muita gente graúda que pode ser presa, ou, condenada, mas, cabe ao poder Judiciário e a polícia definir isso”, disse o parlamentar.

Citados no Amazonas
Arthur Neto

O prefeito de Manaus, e pretenso candidato ao cargo de presidente do país, Artur Virgílio Neto (PSDB), foi citado em uma delação que o ministro do Supremo Tribunal Federal (STF), Luiz Edson Fachin, que enviou para instâncias inferiores sobre pessoas que supostamente foram beneficiadas com propina e que não possuem foro privilegiado. O nome do prefeito reeleito está na lista apresentada pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, em março deste ano.

Artur já tinha sido citado em uma planilha da construtora Odebrecht, em 2016, como beneficiário de doações de campanha feitas pela empreiteira. A citação foi feita na 23ª fase da Operação Lava Jato. Na ocasião, ele negou ter recebido recursos ilegalmente.

Omar Aziz

O ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no Supremo Tribunal Federal, havia autorizado a abertura de inquérito para investigar o senador Omar Aziz (PSD-AM). Segundo as investigações, um empresário ligado a Aziz pedia pagamentos à Odebrecht quando ele era governador do Amazonas.

Eduardo Braga

O senador Eduardo Braga (PMDB-AM), foi considerado suspeito de receber R$ 1 milhão, em pagamentos indevidos da Odebrecht quando era governador do Amazonas, segundo inquérito autorizado pelo ministro Edson Fachin, relator da Lava Jato no STF.

Vanessa Grazziotin

A senadora Vanessa Grazziotin (PCdoB-AM) e seu marido Eron Bezerra foram investigados pela Procuradoria Geral da República (PGR) pelo recebimento de valores da empreiteira Odebrecht durante sua campanha eleitoral em 2012.

 

 

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