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Empresário que participava de pagamento de propina na saúde já havia sido investigado em outra operação 

Conforme a PF, André Becil já havia sido investigado na Operação Plateias (Inquérito 784/STJ) pelos crimes previstos na Lei n° 8666/93 e art. 333 do CP, conforme informações obtidas em fontes abertas. 

Da redação 

O relatório da Polícia Federal, da operação “Cashback”, deflagrando na manhã desta quinta-feira (11), mostram que o empresário André Becil, apontado pelas investigações como um dos empresário que faziam a devolução de parte do dinheiro pago pelo Instituto Novos Caminhos (INC), do médico Mouhamad Moustafa, apontado como líder da organização criminosa que desviou milhões da saúde pública do Amazonas, já havia sido investigado em outra operação por participação de um esquema fraudulento. 

Conforme a PF, André Becil já havia sido investigado na Operação Plateias (Inquérito 784/STJ) pelos crimes previstos na Lei n° 8666/93 e art. 333 do CP, conforme informações obtidas em fontes abertas. 

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De acordo com a Polícia Federal, mesmo após ser alvo da investigação criminal e da ação policial, ANDRÉ BECIL não interrompeu suas condutas criminosas. “Pelo contrário, é possível observar que suas atividades estavam em ampla expansão”.

Segundo a PF, diante dos indícios de violação do sigilo das investigações relacionadas às investigações decorrentes da Operação Maus Caminhos (IPL 1199/2015) é imperioso notar que tais movimentações trazem consigo indícios contundentes de ocultação de patrimônio, mantendo-o livre de eventuais medidas cautelares deferidas em desfavor do investigado ANDRE BECIL.

 

 

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