Em Pauta nas redes sociais

Buscar no portal...

Manaus,

Dia a Dia

Defesa de Maria do Carmo Seffair pede habeas corpus preventivo para evitar prisão em investigação da Depca

Advogados da empresária alegam ter recebido informações sobre pedidos de prisão preventiva. Investigação apura divulgação de imagem de filha do senador Omar Aziz, ainda criança, em propaganda eleitoral nas redes sociais.
mec-pune-fametro-por-baixo-des

A defesa da empresária Maria do Carmo Seffair (PL) ingressou, na quarta-feira (4), com um pedido de habeas corpus preventivo na Justiça para impedir uma eventual prisão no âmbito da investigação conduzida pela Delegacia Especializada em Proteção à Criança e ao Adolescente (Depca), da Polícia Civil do Amazonas.

O pedido de salvo-conduto foi apresentado após os advogados afirmarem ter recebido informações de que solicitações de prisão preventiva contra a empresária teriam sido apresentadas ou deferidas no decorrer da investigação. A defesa busca garantir que Maria do Carmo não seja presa em decorrência do caso.

A apuração teve início após o senador Omar Aziz (PSD) e a ex-deputada estadual Nejmi Aziz (PSD) apresentarem uma notícia-crime contra a empresária. O caso envolve a divulgação, em redes sociais, de uma peça de propaganda eleitoral que associava o senador à pedofilia e utilizava uma fotografia da filha do parlamentar, registrada quando ela ainda era criança, sem ocultação do rosto.

Operação policial

No dia 29 de outubro, a Polícia Civil do Amazonas cumpriu mandados judiciais de busca e apreensão contra os marqueteiros Jefferson Coronel e George Wilde, que trabalharam na campanha eleitoral de Maria do Carmo.

A empresária também era alvo da operação, mas os policiais se dirigiram a um endereço que, segundo as informações divulgadas, não correspondia à residência dela.

No dia seguinte, sexta-feira (30), a desembargadora Onilza Abreu Gerth, do Tribunal de Justiça do Amazonas (TJAM), suspendeu, durante o plantão judicial, a ordem de busca e apreensão contra Maria do Carmo.

Ao fundamentar a decisão, a magistrada considerou que a empresária havia comparecido espontaneamente à Depca, colocado-se à disposição das autoridades e manifestado interesse em entregar o aparelho celular para colaborar com as investigações.

Com o novo pedido de habeas corpus preventivo, a defesa busca evitar uma eventual restrição à liberdade da empresária enquanto a investigação permanece em andamento. O caso segue sob apuração da Polícia Civil do Amazonas.

Leia mais 

Governo do Amazonas prevê orçamento de R$ 37,3 bilhões

Clique para comentar

Envie seu comentário

O seu endereço de e-mail não será publicado. Campos obrigatórios são marcados com *