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“Bivar ser desconhecido é uma grande vantagem”, diz marqueteiro

Marqueteiro vê espaço para crescimento do candidato Luciano Bivar, do União Brasil, com a proposta de criar o imposto único
Ricardo Stuckert e Evaristo Sá/VEJA

O jornalista Augusto Fonseca foi dispensado da campanha eleitoral do ex-presidente Lula em abril e imediatamente contratado pelo candidato Luciano Bivar (União Brasil). Por enquanto, ele tem se dedicado a analisar pesquisas qualitativas sobre as eleições 2022.

O marqueteiro acredita que há espaço para um crescimento do candidato do União.  “Metade dos eleitores do país não quer Lula nem Bolsonaro”, diz. Ele se baseia nas pesquisas espontâneas, ou seja, aquelas em que o entrevistador não apresenta uma lista de nomes para o eleitor.

A última pesquisa Genial/Quaest mostra que na intenção espontânea de voto Lula tem 32% da preferência do eleitor, enquanto Bolsonaro tem 20%. Ou seja, juntos os dois candidatos possuem 52% das intenções de votos. Além dos dois, o único candidato citado na espontânea foi Ciro Gomes (PDT), mas com apenas 1% dos votos. Essa é a aposta de Bivar — aliás, de todos que já se dispuseram a ocupar esse espaço, o que ninguém conseguiu até agora.

“Esse é o eleitor que não quer nem Lula nem Bolsonaro e ao mesmo tempo ele ainda não sabe se existem outros candidatos”,  diz Fonseca. O fato de Bivar e suas propostas serem desconhecidos, de acordo com o marqueteiro, é uma grande vantagem. “O eleitor está procurando uma coisa diferente, diferente do Lula e diferente do Bolsonaro, mas não encontrou nada até agora. Há espaço para crescer, aquele que conseguir chegar melhor na cabeça desse eleitor, pode fazer um bom papel”, diz.

Uma das principais bandeiras de Bivar é instituir o imposto único. O marqueteiro acredita que a proposta tem a mesma força que o  Plano Real teve para as eleições de Fernando Henrique Cardoso. “O imposto único não é um plano econômico, é um plano tributário, mas ele faz baixar bastante os preços dos produtos”, diz Fonseca.

 

 

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