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Economia

Após pico, inflação da China não deve avançar muito mais, diz Capital Economics

No entanto, em relatório, a consultoria aponta que o patamar ainda é muito baixo para os padrões globais.
REUTERS/Aly Song

O índice de preços ao consumidor (CPI, na sigla em inglês) da China subiu para um pico de 24 meses em julho, e agora está se aproximando da meta do governo de 3%, destaca a Capital Economics. No entanto, em relatório, a consultoria aponta que o patamar ainda é muito baixo para os padrões globais. Sua visão é de que a inflação no mundo está próxima de um pico, e cairá novamente nos próximos trimestres.

A consultoria duvida que o CPI na China suba muito mais. “É certo que o núcleo da inflação provavelmente aumentará à medida que o mercado de trabalho continuar se recuperando da onda da variante Ômicron. Mas achamos que isso será compensado por uma queda na inflação de alimentos e energia”, afirma.

Enquanto isso, o índice de preços ao produtor (PPI, na sigla em inglês) caiu para o menor nível em 17 meses no país. A Capital Economics acredita que a inflação para as indústrias permanecerá em trajetória descendente ao longo do resto do ano, em meio a uma nova queda nos preços das commodities, além da diminuição nos gargalos de oferta e com uma base de comparação mais alta.

 

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