Após operação da PF, deputado cobra retomada de impeachment de Wilson Lima

Após operação da PF, deputado cobra retomada de impeachment de Wilson Lima

Da redação 

Após a deflagração da operação que prendeu a cúpula da Secretaria de Estado de Saúde (Susam), durante operação ‘Sangria’, da Polícia Federal (PF), na manhã desta terça-feira (30), o deputado de oposição Dermilson Chagas (Podemos), pediu a retomada do processo de impeachment do Governador Wilson Lima (PSC).

 

Confira o pedido na íntegra

Era o desejo da população do Amazonas que se sentia injustiçada. Imagina que a negligência e a omissão do governador vêm desde a situação das crianças cardiopatas do Francisca Mendes, perpassando pela ausência e atrasos no pagamento dos salários dos profissionais da saúde.

Das licitações superfaturadas como foi a do transporte escolar, não diferente da que ocorreu com essa situação dos respiradores. Muitos amazonenses foram vítimas da corrupção desse governo, e infelizmente pagaram com suas próprias vidas. Nós temos um governador e um vice governador que não administraram e não administram o estado, evidenciando apenas seus interesses próprios. Algumas pessoas que pertencem ao seu grupo, chegaram a rir nas nossas caras, contando sobre a falta de impunidade. Mas esse é o momento da possibilidade de justiça.

A Assembleia Legislativa do Estado do Amazonas (Aleam), que já era para estar bem avançada no pedido de Impeachment do governador e seu vice, tem agora o dever e a obrigação de dar continuidade no processo, já que o Tribunal de Justiça do Estado do Amazonas (TJ-AM) deu parecer favorável para tirar o governador e o vice-governador.

Então precisamos agir, e fazer o nosso papel que é de fiscalizar, legislar e julgar o governador. A Assembleia precisa e tem o dever de fazer o seu papel e provar que não tem conluio com o governador, que não aprova e não abona os atos ilícitos deste desgoverno. Nós juramos à Constituição e temos o dever de cumpri-la, é institucional e é de cada deputado que garantiu o seu mandato através das mãos do povo.