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Manaus,

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Workshop capacita gestores de programas prioritários sobre propriedade industrial

Com foco na valorização de ativos passíveis de patenteamento na região, especialmente na bioeconomia

A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) e o Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI) realizaram, nesta quarta-feira (10), o Workshop “Aspectos Introdutórios e o Programa de Mentorias para a Geração de Patentes de Valor”. O evento ocorreu em formato híbrido, com atividades presenciais na Sala das Adjuntas da Autarquia e transmissão simultânea via plataforma Teams, e reuniu representantes do ecossistema de Pesquisa, Desenvolvimento e Inovação (PD&I) da região, tais como Instituições de Ciência e Tecnologia (ICTs), empresas nascentes de base tecnológica (start-ups) e programas prioritários do Comitê das Atividades de Pesquisa e Desenvolvimento na Amazônia (Capda).

Com foco na valorização de ativos passíveis de patenteamento na região, especialmente na bioeconomia, o workshop reforçou a atuação do Programa de Mentorias em Propriedade Intelectual. Por meio da iniciativa, os coordenadores dos programas prioritários do Capda atuam como facilitadores junto a pesquisadores e inventores, identificando e indicando projetos prioritários com potencial de gerar patentes de valor para receberem a mentoria técnica do INPI.

O workshop integra as ações estratégicas decorrentes do Acordo de Cooperação Técnica nº 01/2026, celebrado entre a Suframa e o INPI com vigência até janeiro de 2029. A parceria tem como propósitos centrais a disseminação da cultura de inovação e da proteção da Propriedade Industrial (PI) na Amazônia Ocidental e no Amapá, com ênfase em bioinovação, alinhando-se às diretrizes da Estratégia Nacional de Propriedade Industrial (ENPI) e da Nova Indústria Brasil (NIB).

Segundo o superintendente da Suframa, Leopoldo Montenegro, com essa iniciativa a Autarquia e o INPI buscam potencializar os resultados econômicos de projetos de inovação. “Isso se dará por meio de mentorias e capacitações estratégicas, fortalecendo a percepção de valor da propriedade intelectual no ecossistema regional e impulsionando de forma direta o desenvolvimento socioeconômico sustentável”, afirmou Montenegro.

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