O presidente do Sindicato dos Rodoviários, Givancir de Oliveira, decretou o fim da greve do transporte coletivo em Manaus. Após três dias de paralisação, a circulação dos ônibus começou a ser normalizada e a expectativa é de que a frota volte a operar em sua totalidade.
Durante o movimento grevista, cerca de 600 mil usuários que utilizam diariamente o transporte público foram diretamente afetados. A redução na oferta de ônibus provocou transtornos em diversos pontos da capital, dificultando o deslocamento de trabalhadores, estudantes e demais passageiros.
A paralisação foi motivada por atrasos no pagamento dos salários da categoria. Mesmo com o encerramento da greve, o presidente do sindicato fez um alerta de que novas interrupções poderão ocorrer caso os problemas salariais persistam.
“Se houver novos atrasos nos pagamentos, a categoria poderá voltar a cruzar os braços”, afirmou Givancir de Oliveira.
Durante o período da greve, a operação do sistema funcionou de forma parcial. Nos horários de maior movimento, aproximadamente 80% da frota esteve em circulação, conforme determinação judicial. Já nos demais horários, apenas metade dos ônibus operou, comprometendo significativamente o atendimento à população.
O movimento causou impactos expressivos na rotina dos manauaras, que enfrentaram longas esperas, superlotação e dificuldades para chegar ao trabalho, escolas e outros compromissos. Com o fim da paralisação, a expectativa é de que o serviço seja totalmente restabelecido e a mobilidade urbana volte gradativamente à normalidade.
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