A seca extrema que assola o Amazonas traz consigo consequências severas, que atingem principalmente as comunidades ribeirinhas que vivem dos rios e a fauna, com a morte de animais aquáticos. Mas os efeitos da estiagem na Amazônia são mais amplos. Especialistas ouvidos pelo Metrópoles alertam que os efeitos também poderão ser sentidos em outras partes do país, em especial na distribuição de alimentos e na geração de energia elétrica.
O Rio Amazonas, um dos principais do mundo, está passando por uma baixa histórica de aproximadamente oito metros de profundidade. Isso gera consequências diretas para as comunidades que usam o rio para a pesca, como meio de transporte, e como via de distribuição de alimentos e produtos que abastecem os comércios locais.
Com as rotas fluviais cada vez mais secas, os amazonenses enfrentam dificuldades até para acessar serviços básicos, como médicos e escolas. A crise é tal que a prefeitura de Manaus, capital do Amazonas, decidiu adiantar o fim do período letivo das escolas ribeirinhas devido a estiagem.







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