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MP investiga falta de acessibilidade em prédios da Hapvida

O MP recebeu a denúncia em que informaram a dificuldade em ter acessibilidade a pontos comerciais da Clínica Hapvida
Foto: Divulgação

O Ministério Público do Amazonas (MPAM) instaurou no último dia 21, um inquérito civil para apurar a ausência de elevadores ou rampas, para o acesso de pessoas com deficiência física, nos prédios onde situam as instalações da empresa Hapvida.

O MP recebeu a denúncia em que informaram a dificuldade em ter acessibilidade a pontos comerciais da Clínica Hapvida, localizados na Avenida Tancredo Neves, bairro Parque Dez, e Avenida Torquato Tapajós, bairro Flores, ambos nesta capital.

Segundo a denúncia, os prédios não são servidos por elevadores e informa, ainda, que em razão da ausência de elevadores, os referidos pontos de atendimento oferecem grandes dificuldades para mulheres grávidas, pessoas idosas e pessoas com mobilidade reduzida.

O Ministério Público do Amazonas resolveu apurar se os prédios onde se situam as instalações da Hapvida Assistência Médica Ltda. especificamente nos pontos comerciais da Clínica Hapvida, localizados na Avenida Tancredo Neves, bairro Parque Dez, e Avenida Torquato Tapajós, são servidos por elevadores ou rampas, e adequados ao que determina a Norma Técnica (NBR) da ABNT n 9050:2015 e, em caso negativo, se há projeto e qual a previsão de prazo para adequação das referidas edificações comerciais de uso coletivo acessibilidade de pessoas com deficiência.

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