A Superintendência da Zona Franca de Manaus (Suframa) realizou, nesta segunda-feira (2), visita técnica à Refinaria da Amazônia (Ream), localizada no Distrito Industrial, zona Sul de Manaus. A empresa integra o Grupo Atem e atua no segmento de refino de petróleo bruto e na produção de matérias-primas na região amazônica.
A comitiva da Suframa foi composta pelo superintendente Bosco Saraiva; pelos superintendentes-adjuntos Luiz Frederico Aguiar (Executivo), Leopoldo Montenegro (Projetos), Waldenir Vieira (Desenvolvimento e Inovação Tecnológica) e Carlito Sobrinho (Administração); além do auditor-chefe Damon Castro, do coordenador-geral de Assuntos Estratégicos Patry Boscá, do coordenador de Comunicação e Assuntos Institucionais Isaac Júnior e da coordenadora de Planejamento, Governança e Gestão Carolina Ferraz. A visita foi acompanhada pelo vice-presidente de Refino e Negócios Logísticos do grupo Atem e diretor executivo da Ream, Fagner Jacques, pelos acionistas Dibo Atem e Miqueias Atem e pela vice-presidente corporativa, Nazira Atem.
Instalada às margens do rio Negro, a Ream possui capacidade de processamento de 7,3 milhões de litros de petróleo por dia, o equivalente a 46 mil barris diários. A unidade produz gasolina, diesel, nafta, querosene de aviação e óleos combustíveis utilizados na geração térmica e no abastecimento de navios.
Durante a visita, Fagner Jacques destacou a importância do processo de enquadramento da planta no Processo Produtivo Básico (PPB). “Trata-se de uma planta industrial instalada na área da Zona Franca de Manaus. Estamos trabalhando no PPB de produção de derivados de petróleo junto à Suframa e é fundamental que a Autarquia conheça todo o nosso processo produtivo para aprovação do PPB, isso fortalecerá a indústria do refino na Zona Franca de Manaus estimulando a cadeia produtiva regional”, afirmou.
Ao final da agenda, o superintendente Bosco Saraiva ressaltou o objetivo institucional da visita. “A Suframa veio conhecer de forma detalhada a operação da Ream para compreender sua estrutura produtiva e os desafios envolvidos, especialmente no que se refere à logística e ao enquadramento no PPB, dentro das normas que regem a Zona Franca de Manaus”, declarou.
Texto: Layana Rios









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