O aumento dos combustíveis determinado pela Petrobras fez crescer a pressão para os senadores votarem os projetos que buscam reduzir o valor da gasolina, do diesel e do gás para o consumidor final.

Esses projetos já foram adiados por três vezes, sendo a última ontem a pedido do governo, que pretendia deixar o tema para a próxima terça-feira.
Porém, o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, prometeu votar hoje a matéria. O líder do MDB, Eduardo Braga, citou o aumento dos preços pela Petrobras como motivo para não adiar novamente o texto.
Com isso, o líder do Governo, Eduardo Gomes, sinalizou a intenção de votar a matéria tanto no Senado quanto na Câmara, ainda nesta quinta-feira.
O senado, contudo, aprecia neste momento outros projetos, e ainda não começou a analisar os dos combustíveis. O problema é que tem sessão do Congresso Nacional marcada para esta tarde para votar vetos presidenciais.
Já o senador Oriovisto Guimarães, do Podemos-PR, argumentou que não houve tempo para analisar as novas mudanças feitas no texto.
O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, suspendeu a sessão da manhã desta quinta-feira, remarcando a análise dos projetos para a tarde para dar tempo do relator, senador Jean Paul Prates, do PT potiguar, preparar os relatórios.
O primeiro projeto prevê um valor fixo para o ICMS cobrado sobre o litro do combustível, independente da variação dos preços. O texto ainda permite a inclusão de mais 5 milhões de famílias no programa de Auxílio Gás. O outro projeto cria um fundo para a estabilização de preços. A ideia é usar o dinheiro acumulado nesse fundo para manter o preço dos combustíveis dentro de uma margem a ser definida.






Envie seu comentário