O Ministério Público do Estado do Amazonas (MPAM), instaurou um Inquérito Civil (IC) com o objetivo de apurar irregularidades cometidas por um medico chamado Nelson Gonçalves de Azevedo, segundo o documento, Nelson estaria vendendo laudos médicos, o documento seria autentico pelo Sistema Único de Saúde (SUS) e a prefeitura. As irregularidades estariam sendo cometida na prefeitura Municipal de Humaitá, cidade distante 696,4 quilômetros de Manaus.
O documento foi publicado no Diário Oficial Eletrônico do Ministério Público, e foi assinado pelo promotor de Justiça Weslei Machado.
Segundo o documento o inquérito foi instaurado a partir de comunicação da prática de ato ilícito juízo federal da 4ª Vara da Seção Judiciária de Rondônia, durante a realização de audiência de instrução e julgamento nos autos do Processo n. 10882-79.2017.4.01.
Segundo o documento o prazo da tramitação de um ano do inquérito civil se esgotou, e que há necessidade de realização de outras diligências instrutórias com a finalidade de viabilizar a formação da opinião sobre a ocorrência de ilícito pelo Sr. Nelson Gonçalves de Azevedo.
O promotor de Justiça então prorrogou o prazo da tramitação do procedimento pelo um prazo de ano.
E cientificou o Conselho Superior do Ministério Público do Estado do Amazonas, com a informação de que se trata da primeira prorrogação.
Veja o Documento:







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