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Ministro Alexandre de Moraes completa um ano de gestão à frente do TSE

Período foi marcado pela realização das Eleições 2022, pela defesa da democracia e pelo combate à desinformação
Foto: Divulgação

Na sessão plenária desta quinta-feira (17), a vice-presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, parabenizou o ministro Alexandre de Moraes pela condução dos trabalhos durante o primeiro ano de gestão à frente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE). O magistrado assumiu a Presidência da Corte em 16 de agosto de 2022.

“Somos todos brasileiros gratos pelo enorme e competente esforço que Vossa Excelência tem feito. Tem sido um trabalho hercúleo, de que somos todos testemunhas, do que vem fazendo em benefício do Brasil e da democracia brasileira – que precisa ser cuidada. Em nome do Tribunal quero agradecer pelo trabalho feito, acho que a democracia brasileira deve muito ao empenho de Vossa Excelência.”

Assista ao vídeo no canal do TSE.

O vice-procurador-geral Eleitoral, Paulo Gonet Branco, reforçou os cumprimentos. “O Ministério Público reconhece o importante trabalho em favor da democracia, da correção, da disputa eleitoral, em favor do respeito à vontade livremente formada dos eleitores. Vossa Excelência entra na história como um presidente que levou adiante uma das mais difíceis disputas eleitorais com hombridade, seriedade, coerência e, sobretudo, com os olhos sempre voltados para o valor democrático que é a tônica da Constituição sob a qual vivemos”.

Enfrentamento à desinformação e defesa da democracia

Em um ano de gestão, o ministro Alexandre de Moraes tem se dedicado ao enfrentamento da desinformação, definida por ele como mecanismo corrosivo da democracia que as instituições que visam preservar o Estado Democrático de Direito precisam combater.

Em exposição recente sobre o tema, durante participação no encontro internacional “Integridade da Informação e Confiança nas Eleições”, promovido pelo TSE em parceria com a International Foundation for Electoral Systems (Ifes)Moraes relembrou que, nas últimas três eleições – duas gerais e uma municipal –, o país enfrentou um ataque maciço de notícias fraudulentas e crimes eleitorais travestidos de falsa liberdade de expressão, por meio das redes sociais. E que, diante disso, foi preciso inovar a atuação para defender a lisura dos pleitos diante da agressão inédita.

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