Pintura das gravuras é considerada um crime contra o patrimônio natural e cultural, com penas que variam de 1 a 3 anos de prisão e multa.
Crime contra o patrimônio natural e cultural
- O Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan) afirmou que qualquer pesquisa com intervenção em um sítio arqueológico sem permissão do órgão “é ilegal e passível de punição nos termos da lei”.
- Os delitos são considerados crimes contra o patrimônio natural e cultural, com penas que variam de 1 a 3 anos de prisão e multa.
- O órgão ainda destacou que procurou as autoridades competentes “para evitar possíveis danos aos bens arqueológicos”.
- A Polícia Federal, o Batalhão de Polícia Ambiental e a Secretaria Municipal de Segurança Pública vão ajudar com patrulhamento “de modo a impedir qualquer dano ao Patrimônio Cultural brasileiro”.
- Além disso, o Iphan disse que adotou outras providências, como a confecção de um plano emergencial devido à estiagem, com um grupo de trabalho para gestão compartilhada do sítio.
- As informações são do UOL.
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Crime contra o patrimônio natural e cultural
- O Instituto do Património Histórico e Artístico Nacional (Iphan) afirmou que qualquer pesquisa com intervenção em um sítio arqueológico sem permissão do órgão “é ilegal e passível de punição nos termos da lei”.
- Os delitos são considerados crimes contra o patrimônio natural e cultural, com penas que variam de 1 a 3 anos de prisão e multa.
- O órgão ainda destacou que procurou as autoridades competentes “para evitar possíveis danos aos bens arqueológicos”.
- A Polícia Federal, o Batalhão de Polícia Ambiental e a Secretaria Municipal de Segurança Pública vão ajudar com patrulhamento “de modo a impedir qualquer dano ao Patrimônio Cultural brasileiro”.
- Além disso, o Iphan disse que adotou outras providências, como a confecção de um plano emergencial devido à estiagem, com um grupo de trabalho para gestão compartilhada do sítio.
- As informações são do UOL.
No pedido de desculpas, o historiador ainda explicou que usou um pincel de pelo, aplicando caulim, que é um uma argila natural de coloração branca, e que não poderia “intervir e agredir a obra.”
Peço, portanto, que tentem compreender o fato, a partir do ponto de vista do interesse acadêmico, pois um registro pode contribuir com futuras interpretações. Em momento algum pretendi agredir a obra, ou ferir a memória de nossa ancestralidade. Peço minhas sinceras desculpas àqueles que, por alguma razão, se sentiram ofendidos com a adoção do meu método de investigação, que está dentro dos pressupostos de formação acadêmica.
Otoni Moreira de Mesquita









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