No último ano, o Instituto Médico Legal (IML) do Amazonas encaminhou cerca de 150 corpos para sepultamento de pessoas sem identidade conhecida ou não reclamadas por familiares.
A maioria dessas vítimas era composta por homens, com idades entre 20 e 50 anos.
O IML mantém um banco de dados com informações sobre esses corpos, permitindo que familiares possam identificar e buscar por parentes, mesmo após o sepultamento.
O diretor do IML, Sérgio Machado, explicou que diversos fatores contribuem para que essas pessoas permaneçam sem identificação. “Esse problema é comum em todos os estados do Brasil e envolve diferentes motivos: falta de informação, desinteresse, desejo de permanecer invisível, questões pessoais para não serem localizados, ou até medo de possíveis agressores”, destacou Machado.




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