A CPMI do INSS cancelou os três depoimentos previstos para a sessão desta segunda-feira (02). Iriam depor a ex-secretária de Antônio Carlos Camilo Antunes – o “Careca do INSS” – Aline Barbara Mota de Sá Cabral e o advogado Cecílio Galvão.
Aline entrou com pedido de Habeas Corpus no STF (Supremo Tribunal Federal), que foi sorteado para a ministra Cármen Lúcia. A presidência do colegiado quer votar agora a condução coercitiva de Aline já que mesmo sem a definição da corte, ela escolheu não comparecer.
O advogado Cecílio Galvão já era alvo de um pedido do tipo, mas, segundo apuração da CNN, não foi localizado pela polícia. Ele foi convocado para esclarecer supostos contratos milionários com associações investigadas nos desvios dos aposentados.
O outro depoimento esperado era do presidente do Dataprev (Empresa de Processamento de Dados da Previdência Social), Rodrigo Ortiz D’Avila Assumpção, que alegou estar em viagem e também não irá.
Nas últimas semanas, a CPMI foi palco de brigas entre a base do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) e a oposição.
Na quinta-feira (26), a sessão foi suspensa após um tumulto envolvendo parlamentares. A confusão, marcada por bate-boca e empurrões, aconteceu logo após o colegiado aprovar uma série de requerimentos importantes, entre eles a quebra de sigilo de Fábio Luís Lula da Silva, conhecido como Lulinha, que é filho do presidente Lula.





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