Quando o filme Deus Não Está Morto foi disponibilizado pelo Netflix no Brasil, dez anos atrás, a trama foi um dos assuntos mais discutidos entre os amigos do técnico de TI (Tecnologia da Informação) Rafael Reis, membro da igreja batista.
Na época, lembra Rafael, o enredo sobre um estudante religioso que entra em confronto com seu professor ateu era um dos pouquíssimos conteúdos voltados para o público cristão na plataforma — que não era muito popular entre os amigos do jovem, morador de São Paulo.
Desde então, Rafael viu mais e mais amigos virarem assinantes de serviços de streaming como a Netflix, mas o aumento de conteúdo de temática cristã não estava acontecendo na mesma proporção.
Nos últimos anos, no entanto, ele diz que tem sido mais fácil encontrar nessas plataformas filmes e séries que tenham pessoas como ele como público-alvo.









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