O Índice de Preços ao Produtor das Indústrias Extrativas e de Transformação, subiu 1,86 em agosto. O IPP, divulgado nesta quarta-feira (29) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, reflete os preços de produtos “na porta de fábrica”, sem impostos e fretes, e abrange as grandes categorias econômica. São elas: bens de capital, intermediários e de consumo.
A atividade com a maior variação de preços foi a indústria extrativa, que registrou alta de 68,49%. Outras atividades com alta significativa foram refino de petróleo e produtos de álcool e metalurgia, segmentos que encareceram pelo quarto mês consecutivo. Em um ano, a variação chegou a 56,84%.
Em relação a preços, os alimentos variaram em agosto, frente a julho, 2,19%. O setor exerceu a principal influência tanto em relação ao mês anterior, quanto na comparação com igual período de 2020. Além disso, foi o terceiro maior impacto no acumulado no ano.
Ainda sobre o grupo de alimentos, a maior alta de preço mensal, acima da média, foi a da carne, com variação de 31,42% entre os meses de julho e agosto.
Além dele, o setor de fabricação de óleos e gorduras vegetais e animais, também se destacou, mas na comparação de 12 meses, como aumento de 34,48% frente a agosto do ano passado.
Esses resultados estão ligados principalmente aos preços internacionais e à variação de preços de diversas matérias-primas, sejam elas importadas ou não.







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