Empresas brasileiras aceleraram os investimentos em robôs móveis para realizar trabalhos considerados mais perigosos no lugar de empregados. Desde o cachorro-robô de quatro pernas até veículos movidos por rodas e esteiras, a tecnologia está assumindo o risco em serviços expostos a altas temperaturas, grandes alturas e a produtos químicos em diferentes setores.
A mineradora Vale, por exemplo, vai comprar um “cão-robô”, chamado Anymal, por aproximadamente R$ 1 milhão. O robô quadrúpede criado pela suíça Anybotics, com seu rostinho inofensivo, foi adaptado para as operações de fiscalização na área de mineração.







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