Tijucas, cidade de cerca de 70 mil habitantes localizada entre Florianópolis e Balneário Camboriú, começou a aparecer no radar de famílias e investidores por um motivo bem objetivo: o preço. Enquanto o metro quadrado em Balneário Camboriú chega a R$ 14.785, segundo o FipeZAP, em Tijucas a média é de R$ 7.375, de acordo com o site Proprietário Direto, praticamente metade do valor.
A diferença de custo, somada à proximidade com os principais polos do litoral catarinense, tem transformado o município em nova rota de expansão imobiliária na região. Outro fator que tem sido levado em consideração pelos investidores é a curva de crescimento do valor do metro quadrado. Enquanto, Balneário Camboriú já teve seu boom imobiliário, Tijucas está em uma crescente, o que garante maior rentabilidade no longo prazo.
Balneário Camboriú se consolidou como símbolo da verticalização extrema no Brasil, com prédios prontos que já ultrapassam 290 metros de altura e o metro quadrado mais caros do país. O skyline de supertorres virou cartão-postal, mas trouxe efeitos colaterais: alta densidade, trânsito intenso, orla sombreada em boa parte do dia, mesmo após alargamento da faixa de areia, e custo de vida elevado. Para uma parte crescente do público, sobretudo famílias, esse modelo começa a perder atratividade no dia a dia, ainda que mantenha forte apelo para turismo e segunda residência.
Já Tijucas, distante cerca de 30 km, se posiciona de forma diferente. Com acesso direto pela BR-101, o município ainda dispõe de áreas amplas para expansão e combina custo mais baixo com um desenho urbano que possibilita maior qualidade de vida. O exemplo mais emblemático dessa estratégia é o Flores de Sal, maior bairro-cidade do Sul do Brasil. O empreendimento ocupa 4,6 milhões de metros quadrados, prevê 7 mil lotes e capacidade para receber até 25 mil moradores. A primeira fase, em obras, reúne 623 terrenos e 100 mil metros quadrados de áreas de lazer, incluindo um parque de 70 mil m² com lago, trilhas, quadras e espaços de convivência.
O projeto foi estruturado com base no conceito de “cidade de 15 minutos”: a ideia de que comércio, serviços, lazer e áreas verdes devem estar a poucos minutos de caminhada ou bicicleta, o que reduz deslocamentos longos e a dependência do carro. Para Luciana Pereira, diretora da Urbani Cidades, urbanizadora responsável pelo Flores de Sal, essa lógica responde a uma mudança de comportamento.
“Há um público que gosta do litoral norte de Santa Catarina, mas não quer viver no meio de supertorres. O Flores de Sal nasce para quem busca ar livre, parque, infraestrutura completa e um bairro planejado, sem a sensação de adensamento extremo”, afirma. Segundo ela, o empreendimento mira tanto quem chega à região em busca de trabalho quanto quem pode trabalhar à distância e procura rotina mais tranquila sem sair do eixo dos grandes centros.
O bairro-cidade também entrou no radar de investidores. Desde o lançamento, o Flores de Sal registrou valorização superior a 70% em seus lotes, mesmo com as obras ainda em andamento. Em um estado que figura entre os líderes nacionais de valorização imobiliária, a possibilidade de entrar no mercado com entrada a partir de R$ 32 mil e parcelas em torno de R$ 3.100 se tornou um atrativo adicional, sobretudo para pequenos e médios investidores que consideram os tíquetes de Balneário Camboriú proibitivos. Na prática, o litoral catarinense passa a exibir duas faces de um mesmo movimento: de um lado, a cidade vitrine dos arranha-céus; de outro, municípios vizinhos que tentam capturar o próximo ciclo de crescimento com bairros-cidade planejados, custo menor e promessa de qualidade de vida.
Interessados podem entrar em contato por meio do site: https://www.floresdesal.com.
Sobre a Urbani Cidades
Urbani Cidades é uma empresa do Grupo Petrasalis, que também inclui a Petrasalis Empreendimentos, construtora de Itajaí/SC, com obras na Praia Brava e região, e a Morton Capital, esta que atua no setor de condomínios de armazéns logísticos no litoral catarinense. O Grupo detém fábricas em outros setores como a Incotex, líder na produção de malhas em rolo e tinturaria do país, e a Refisa, uma das maiores refinadoras de sal do Brasil. Aliás, a história das empresas com gestão e fortes valores familiares teve início com o negócio de representação e fabricação de sal há mais de 35 anos, idealizado pelo casal Luiz e Rose Pereira que, na época, começaram a empreender em Itajaí. Com a posterior estruturação da fábrica de sal na cidade de Imbituba (por conta do porto) e do crescimento do negócio, a família começou a investir em terras, incluindo a Fazenda Santa Helena em Tijucas, onde está sendo construído o Flores de Sal. Ao longo do processo, membros da família se especializaram em negócios voltados à construção, condomínios logísticos e urbanização.





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