Líder dos dois Mundiais da Fórmula 1 neste momento, a Red Bull vive um 2024 bem diferente do domínio absurdo que exerceu na categoria em 2023. Ainda que Max Verstappen siga como o grande nome do campeonato, a equipe austríaca já viu McLaren e Ferrari arrebatarem vitórias e precisou lidar com uma situação completamente fora do normal externamente, com a acusação de comportamento inapropriado sobre o chefe Christian Horner, além da saída do projetista Adrian Newey depois de 20 anos. Em meio a tudo isso, Zak Brown, CEO da equipe inglesa, vê um ambiente negativo em torno dos taurinos.
“A Red Bull tem um ambiente bem tóxico neste momento”, disparou Brown no podcast Hot Pursuit, do canal Bloomberg. “Há mais para acontecer. A saída de Newey é importante, porque acho que muitas pessoas na Red Bull começaram trabalhando para ele. Eu já havia dito que muitos currículos estavam circulando”, afirmou.
“Isso acontece o tempo todo, mas você vê um nível maior de desconforto. Também acho que, no futuro, será mais difícil com patrocinadores, porque eles vão examinar cuidadosamente com quem estão associados. É uma situação complicada”, analisou.
Além de todos os acontecimentos já concretizados, a dúvida sobre o futuro de Verstappen também foi levantada por Brown. Com contrato até 2028, o neerlandês segue com o nome especulado na Mercedes, que já admitiu publicamente o interesse no piloto e trabalha com a possibilidade de estar à frente da Red Bull em 2026, com o novo regulamento de motores.









Envie seu comentário