O presidente da Petrobras, Jean Paul Prates, voltou a defender a exploração de petróleo na Bacia do Foz do Amazonas sob o argumento de que a atuação da empresa seria importante para movimentar a economia local, gerando até mesmo recursos para a preservação ambiental da Amazônia.
A declaração foi feita durante o Seminário sobre Matriz e Segurança Energética Brasileira realizado pela FGV Energia em parceria com a AmCham Rio, realizado na cidade do Rio de Janeiro, nesta quarta-feira.
— Quando a gente fala de Margem Equatorial, que aparentemente é uma coisa dissonante, não é. Uma produção offshore a 180 quilômetros da costa da Amazônia ajuda a Amazônia com royalties, com participações governamentais, com o movimento da economia, com empregos. Nós não estamos dentro da floresta, nós estamos lá fora — afirmou Prates, acrescentando:
— A mitigação é altamente possível. É usar o recurso natural não renovável (petróleo) a favor de ter condições de criar a economia da floresta, de gerar recursos de verdade para fazer a preservação.
Segundo ele, a Foz do Amazonas não é “o novo Eldorado”.
— É apenas uma nova fronteira de exploração, de produção, e será desenvolvida com toda responsabilidade — afirmou Prates.
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