Levantamento do professor da USP e colunista do Globo Pablo Ortellado, o ex-major e militar reformado Ailton Barros, o deputado federal Cabo Gilberto (PL-PB) e o ex-candidato ao Senado Coronel Menezes (PL-AM) dispararam a mensagem no Facebook. Além deles, Léo Índio, primo dos filhos de Bolsonaro, divulgou o mesmo conteúdo no Instagram.
No levantamento, Ortellado cruzou com publicações nas redes sociais o texto enviado por Bolsonaro no WhatsApp para o empresário Meyer Nigri, fundador da construtora Tecnisa. Foram encontradas três publicações realizadas minutos após o pedido do então presidente para “repassar ao máximo” o ataque com fake news.
Preso por fraude nos cartões de vacinação e chamado de “segundo irmão” por Bolsonaro, o ex-major, militar reformado e advogado Ailton Barros foi o primeiro a publicar a mensagem no Facebook, dez minutos após o disparo do então presidente. Barros mantém na postagem a frase “repasse ao máximo”.
Eleito deputado federal pela primeira vez em 2023, o bolsonarista Cabo Gilberto foi outro nome a divulgar a mensagem de ataque às instituições e ao ministro do STF Luís Roberto Barroso. O parlamentar é investigado por suposto apoio aos atos golpistas ocorridos no dia 8 de janeiro deste ano, na praça dos Três Poderes, em Brasília.
Investigado por participação nos atos golpistas, Léo Índio repassou o mesmo texto no Instagram. O GLOBO localizou o registro da mensagem compartilhada por Índio no CrownTangle, ferramenta de monitoramento de rede da Meta, dona de Facebook e Instagram. A conta no Instagram foi usada por ele durante a campanha e não está mais no ar.
Com informações da Folha de Pernambuco









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