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MANAUS: Após ataque à viatura, especialistas não descobrem se fuzil apreendido efetuaram os disparos

Foto: Divulgação

Após a viatura da Polícia Civil (PC) ser atacada em Manaus enquanto transportava  presos para uma audiência de custódia no fórum Ministro Henoch Reis, no dia 6 de janeiro deste ano, a Perícia do Instituto de Criminalística do Amazonas não conseguiu descobrir e houve disparos recentes com o fuzil que foi apreendido com um dos suspeitos de participação do ataque.

Durante o ataque à viatura, dois homens que estavam na cela morreram e o outro ficou ferido, segundo informações, o veículo da PC do amazonas ficou com diversas macas e perfurações de tiro. Após o ataque o fuzil foi apreendido com um homem identificado como Level de Freitas Vilhena.

Segundo informações do laudo médico, a data e o período provável do disparo não foram definidos, os demais exames como recenticidade de disparo e a pesquisa de nitrito no cano da arma de fogo, foram considerados “obsoletos e não revestidos de idoneidade”.  Para os analistas todos esses exames estariam improváveis e podem prejudicar a autenticidade do delito.

Os peritos afirmaram “Portanto, em razão de não se dispor, até a presente data, de técnica laboral capaz de determinar se fora ou não, em época recente, efetuado disparo com a arma, este exame deixa de ser realizado”.

A Delegacia Especializada em Homicídios e Sequestros (DEHS), e o delegado Márcio André de Almeida Campos informaram ao Juiz, quatro dias após o ataque que a arma apreendida com Level Vilhena poderia ser a mesma que havia sumido do depósito do TJAM em 2021.

Márcio Campos afirmou que a identificação da arma apreendida era a mesma da arma que foi extraviada [fuzil T4, calibre 5,56 mm x 45 mm, da marca Taurus, numeração ABH816263 com carregador]. Na ocasião, o delegado comunicou que o fuzil havia sido encaminhado ao Instituto de Criminalística do Amazonas para perícia criminal.

O Instituto de Criminalística do Amazonas, nesta segunda-feira, 9, enviou o laudo da perícia criminal à 1ª Vara Criminal de Manaus. Segundo informações do documento, os peritos analisaram os dois fuzis semiautomáticos que foram apreendidos com Level Vilhena, sendo um deles da marca Taurus, de fabricação nacional, e o outro da marca Colt, de fabricação americana.

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